Arquivo da categoria: Indústria Metalmecânica e Eletroeletrônica

Movimentação de cargas no Porto de Fortaleza foi de 4,4 mi de toneladas em 2019

Diário do Nordeste

O Porto de Fortaleza movimentou 4,4 milhões de toneladas de cargas em 2019. Os granéis líquidos responderam por 48% delas, e os granéis sólidos 41%, além da carga geral, que foi de 11%. A previsão é de fechar janeiro com 160 mil toneladas de cargas movimentadas, informou a Companhia Docas, que pretende firmar novos contratos neste ano.

De acordo com a instiruição, nos granéis sólidos, houve um crescimento de 5,67%, ou seja, 95.394 mil toneladas a mais do que no ano anterior, totalizando 1,8 milhão de toneladas ante 1,7 milhão. Já os granéis líquidos somaram, de janeiro a dezembro, 2,1 milhões de toneladas de cargas movimentadas. O geral foi de 487 mil.

Conforme a Companhia Docas, o faturamento foi maior em relação ao ano anterior, representando o valor de R$ 63.276.572,68 ante R$ 62.420.280,89. O crescimento é resultado da movimentação de cargas de granéis líquidos e sólidos (ceareais e não-cereais) e do reajuste tarifário.Publicidade

A previsão é de fechar janeiro com 160 mil toneladas de cargas movimentadas, entre escória, clínquer, gesso e manganês. “Após os ajustes necessários no segundo semestre de 2019, o ano de 2020 promete ser de mais avanços para o Porto de Fortaleza, quando pretendemos celebrar novos contratos”, frisa a diretora-presidente da Companhia Docas, Mayhara Chaves.

Wilson Sons Agência fecha novo contrato com a Vale

A Wilson Sons Agência, empresa de agenciamento marítimo do Grupo Wilson Sons, foi contratada pela mineradora Vale para atendimento de navios nos portos de Ponta da Madeira (MA), Itaguaí (RJ) e Tubarão (ES). “A expectativa para 2020 é bem positiva. Não é a primeira vez que atendemos a Vale e esse novo contrato vem reforçar a nossa parceria”, destaca Luiz Maluza, gerente de Negócios da Wilson Sons Agência.

A previsão é que sejam atendidos de 20 a 25 navios por mês. Cada embarcação transporta, em média, 150 mil toneladas de minério e tem como principal destino a China. Maluza ressalta que a estrutura da Wilson Sons Agência, com atuação em todos os portos onde a Vale opera, foi um dos fatores importantes para a contrato, que tem duração de três anos. “Destaco também o preço competitivo, a qualidade dos serviços e a solidez do Grupo Wilson Sons”, informa o gerente de Negócios da empresa.

A Wilson Sons Agência foi o primeiro negócio do Grupo Wilson Sons, com mais de 180 anos de atuação. Hoje é uma das maiores empresas independentes de agenciamento marítimo do país, presente nos principais portos brasileiros por meio de 18 filiais próprias. De a janeiro a dezembro deste ano, atendeu a mais de 1,5 mil embarcações, nos mais diversos segmentos como minério, carvão, aço, açúcar, grãos, fertilizantes, líquidos, segmento offshore e navios de passageiros.

2020 será um ano de reconstrução econômica, diz Maersk

Portos e Navios

A Maersk, uma das maiores empresas de logística integrada do mundo, está mais otimista com o Brasil em 2020. “Vemos 2020 como um ano de reconstrução econômica antes que o Brasil realmente comece a crescer novamente em 2021”, diz Gustavo Paschoa, Diretor Comercial da Maersk para a Costa Leste da América do Sul.

Segundo uma das maiores empresas de logística integrada do mundo, a Maersk prevê que as importações e exportações crescerão 4% e 5%, respectivamente, em 2020. Além disso, cresce o otimismo em torno da possibilidade do Brasil e a China aprofundarem os laços comerciais, alimentando mais oportunidades.

O Brasil assinou nove protocolos com o governo chinês no ano passado, incluindo um sobre frutas, envolvendo importações de peras para o Brasil e exportações de melão para a China. Isso inclui protocolos de saúde para a exportação de peras chinesas para o Brasil e outro para a venda de melão brasileiro para a China.

Paschoa explica que as exportações de melão para a China trarão um impacto positivo direto ao nordeste do Brasil: “A região se beneficiará porque os produtores nordestinos há muito tentam aumentar as exportações para a China, mas o consideram um mercado muito competitivo porque o país mais populoso do mundo geralmente compra frutas de países vizinhos do Pacífico Asiático”.

“Permitir o comércio é a principal missão da Maersk e parabenizamos a iniciativa para o desenvolvimento de um acordo comercial mais amplo entre o Brasil e a China, incluindo o fortalecimento e a diversificação da cooperação”, acrescenta Paschoa.

Segundo o governo brasileiro a China é o maior consumidor mundial de melão: em 2018, foram consumidas 15.648.000 toneladas. No ano passado, a China importou um total de aproximadamente US $ 7 bilhões em frutas frescas. Agora, Brasília está focada em aumentar o comércio com o país asiático em várias frentes, principalmente soja.

Paschoa reforça que as previsões para 2020 são positivas, mas avalia que só em 2021 a economia realmente começará a crescer novamente.

Previsões para Maersk 2019 x 2020
• EXP 2019: + 4,0%
• EXP 2020: + 4,5%
• IMP 2019: + 5,0%
• PMI 2020: + 4,0%

Siderurgia: Comércio latino-americano avança

Portal Fator

Em um momento de baixo dinamismo da economia mundial (graças à desaceleração nos países desenvolvidos e em desenvolvimento), fatores regionais de longo prazo e transições políticas em vários países contribuíram para um ambiente muito desafiador na América Latina. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), excluindo a Venezuela, o crescimento médio do PIB na América Latina está aumentando, mas apenas 1% ao ano, refletindo a maior recessão desde a Segunda Guerra Mundial vivida pelo Brasil, a maior economia da região. Contamos com a estagnação da economia no México desde o início de 2019 e também com os desequilíbrios macroeconômicos observados na Argentina. Ainda, a crise financeira global e a agitação popular em países como Equador, Bolívia e Chile também prejudicaram o desempenho econômico da América Latina, segundo dados diulgados pela Associação Latino-Americana do Aço (Alacero), no dia 14 de janeiro(terça-feira0.

Nesse contexto, o consumo de aço laminado em outubro foi 5% inferior ao total registrado no mesmo período de 2018. Apesar do aumento de 4% em relação a setembro de 2019, o acumulado até outubro permaneceu 5% maior que no mesmo período do ano anterior. Mesmo assim, foi 0,3% superior à média do acumulado. O saldo apresentou uma tendência levemente positiva, totalizando 202 mil toneladas, 4% acima do resultado observado em setembro. O crescimento se deve em grande parte ao consumo da Guatemala (26%), Argentina (24%), Brasil (17%), México (16%) e Equador (14%).

Em novembro de 2019, a produção de aço bruto totalizou 4.828 Mt, 10% a menos que em novembro de 2018. O acumulado até novembro (55.722 Mt) foi 8% inferior ao mesmo período do ano anterior. O resultado ficou 5% abaixo da média dos primeiros 10 meses. O México foi responsável pela maior parte da queda (58%) e registrou o pior indicador desde março de 2016.

A produção de aço laminado atingiu 3.971Mt, 10% a menos que em novembro de 2018. O acumulado até novembro também caiu 8% em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando o nível mais baixo em 35 meses. O total diminuiu 4,3% em relação a outubro, mostrando um resultado 6% menor que a média dos primeiros 10 meses de 2019. Grande parte do saldo regional negativo é devido ao déficit do Brasil (75%) e Argentina (36%), que sofreram reduções em suas produções anuais e mensais.

“Não podemos esperar que os mercados resolvam problemas socioeconômicos sozinhos. Os governos devem revisar suas políticas públicas para estimular o crescimento e priorizar o desenvolvimento sustentável, aproveitando o baixo custo atual dos financiamentos. Precisamos reorientar nossos esforços para as exportações”, diz Francisco Leal, Diretor Geral da Alacero.

Importações desaceleram — Com um total de 1.929 Mt, as importações de outubro foram 6% menores que no mesmo mês de 2018. O acumulado até outubro permaneceu 3% abaixo do período equivalente em 2018. No entanto, houve um aumento de 10% em comparação com setembro, que já havia registrado uma queda pontual devido à volatilidade do mercado mexicano.

O resultado foi 0,4% superior à média dos primeiros 9 meses de 2019. Os maiores aumentos de importações foram observados na Guatemala (54 mil t), Equador (30 mil t), Brasil (23 mil t), Argentina (17 mil) t) e Chile (12 mil t). Nos primeiros 11 meses, as importações de aço laminado da China caíram 27% na América Latina. Em janeiro, o total importado foi de 559 mil toneladas, enquanto em novembro foi de 410 mil toneladas.

Mais exportações — As exportações de outubro atingiram 836 mil toneladas, 9% acima do resultado observado no mesmo mês de 2018. Embora o acumulado (7.655) tenha sido 4% menor que o mesmo período de 2018, o crescimento total registrado foi de 14% em comparação com o mesmo período de 2018, o melhor indicador desde maio de 2019. O resultado das exportações ficou 9% acima da média dos primeiros 9 meses. O Brasil expandiu suas exportações em 12%, seguido pelo México (15%) e Argentina (20%).

Menor déficit comercial — Em outubro, a balança comercial registrou um déficit 15% menor que o mesmo mês do ano anterior, apresentando uma queda de 3% no déficit acumulado até outubro em relação ao mesmo período de 2018. Embora em outubro o déficit fosse 7% superior a setembro, o total foi 6% inferior à média dos primeiros nove meses do ano.

Usiminas se associa a instituição referência em Segurança de Processos

ABM Notícias

A Usiminas é a primeira siderúrgica brasileira e a segunda no mundo a se associar ao Centro para Segurança de Processos Químicos (CCPS), organização com sede nos Estados Unidos e atuação mundial na área da indústria. A CCPS é hoje a maior referência mundial do tema e a que mais produz e publica material técnico de segurança de processos, confiabilidade e projetos inerentemente mais seguros. A expectativa é que a parceria garanta mais subsídios para os profissionais da empresa que atuam na Segurança de Processos, área implantada de forma pioneira na siderurgia brasileira em 2018 com foco na prevenção de acidentes de grandes proporções.

O CCPS é referência mundial no assunto e reúne fabricantes, agências governamentais, consultores, universidades e seguradoras de diversos países. Atua na padronização de processos, treinamentos, análises, entre outros trabalhos de suporte. “Associar ao CCPS traz várias oportunidades de aprendizado e conhecimento que poderemos aplicar para tornar nossa empresa cada vez mais segura. A World Steel Association também é associada e tem incentivado as siderúrgicas a se desenvolverem no tema”, informa o gerente-geral de Segurança de Processos da Usiminas, Eduardo Barbosa.

Investimento e controle dos riscos

Durante este primeiro ano de trabalho, a área de Segurança de Processos da empresa avançou em temas importantes, como avaliação de riscos dos processos nas plantas das usinas de Ipatinga e Cubatão e treinamento das lideranças.  “Em 2020 avançaremos ainda mais com implantação de normas de gestão de segurança de processo, treinamento em todos os níveis bem como ferramentas operacionais e gerenciais para garantir que as barreiras de prevenção e proteção estejam sempre ativas, bem como uma gama de indicadores de performance do processo de gestão”, acrescenta Barbosa.

Preço dos aços: fechamento da primeira quinzena de janeiro/2020

Infomet

À exceção da Barra Chata, que apresentou aumento em seu preço de aproximadamente 7%, os demais Índices dos Aços ficaram praticamente estáveis na prévia de fechamento do mês de janeiro, que compreende a coleta de dados feita até o dia 15 do mês.


Fechamento dos Índices dos Aços da primeira quinzena de janeiro de 2020 em relação à dezembro de 2019

Expectativa de aumento para janeiro

As siderúrgicas brasileiras de aços planos planejaram seus aumentos nos preços dos aços a partir deste mês de janeiro. O percentual de aumento para o mercado em geral deve ficar ao redor de 10%, no entanto o aumento ainda não foi observado para os produtos planos, conforme tabela acima.

Especificamente para montadoras de automóveis, que têm negociações anuais em separado, o reajuste em discussão é de até 7,5%.

Comportamento do preço dos aços no ano de 2019

– BQ
A variação do Índice do Aço Laminado à Quente (BQ), no ano de 2019, foi de -7.34%. O Índice diminuiu de 177 para 164.

– BF
A variação do Índice do Aço Laminado à Frio (BF) foi de -4.27%. O Índice diminuiu de 164 para 157.

– CG
A variação do Índice do Aço Chapa Grossa (CG) foi de -1.84%. O Índice diminuiu de 163 para 160.

– Barra
A variação do Índice da Barra Chata foi de +2.38%. O Índice aumentou de 168 para 172.

– Tubo
A variação do Índice do Tubo Industrial Redondo foi de +1.22%. O Índice aumentou de 164 para 166.

– Sucata
A variação do Índice da Sucata Ferrosa foi de -6.54%. O Índice diminuiu de 130 para 121.5.

– Galvanizado
A variação do Índice do Aço Galvanizado foi de -2.29%. O Índice diminuiu de 153 para 149.5.

Novos Indicadores

Ao final do primeiro semestre deste ano, o Infomet disponibilizará novos Indicadores. Serão disponibilizados os Índices dos seguintes produtos: arame farpado, arame ovalado, vergalhão e galvalume.

Clique aqui para acompanhar a evolução dos preços dos aços no mercado nacional.

Siderúrgicas da China evitam minério de ferro de alta qualidade em meio a margens reduzidas

UOL

O apetite da China por minério de ferro de alta qualidade neste inverno (do Hemisfério Norte) tende a recuar em relação às máximas atingidas nos últimos anos, à medida que siderúrgicas buscam reduzir custos e ampliar as margens de lucro, que foram pressionadas pela desaceleração econômica do país, disseram fontes da indústria.

A demanda por minério de ferro de alta qualidade, que produz mais ferro fundido do que a mesma quantidade da matéria-prima de menor qualidade, costuma crescer entre novembro e março, quando a campanha de inverno anti-smog na China força as indústrias a diminuir produção e utilizar insumos mais limpos.

No entanto, as autoridades da maior produtora de aço do mundo estão adotando uma postura mais branda sobre as emissões enquanto a economia chinesa engasga, permitindo que as usinas cortem custos com a utilização de mais minério de ferro de qualidades inferiores.

Essa tendência impacta exportadores de minério de ferro, como Rio Tinto, BHP e Vale, e reflete na redução dos spreads entre os preços do minério com teor de ferro entre 65% e 62%. Até aqui em 2020, a diferença nos valores tem sido 20% menor que a média verificada em janeiro de 2019.

As mineradoras da Austrália devem ser as principais beneficiárias do movimento, já que produzem principalmente minério de médio e baixo teor de ferro, disse Erik Hedborg, analista sênior de minério de ferro da consultoria CRU.

A brasileira Vale domina o mercado de alta qualidade, ao lado de pequenas mineradoras do Canadá, Ucrânia e Suécia.

MARGEM APERTADA

A guerra comercial da China com os Estados Unidos desacelerou a economia do país asiático e afetou a demanda por metais, desencadeando os cortes de custos por siderúrgicas chinesas.

Um salto de 60% nos preços do minério de ferro no início de 2019, após o rompimento de uma barragem de rejeitos da Vale em Brumadinho (MG), também atingiu os produtores de aço, pressionando as margens de produção para muito abaixo da média de 2018, quando os robustos setores de construção e manufatura alimentaram o “boom” das siderúrgicas.

As margens no principal centro de produção de aço da China tiveram média de 241 iuanes por tonelada no segundo semestre de 2019, cerca de 70% abaixo da média de 788 iuanes por tonelada registrada em 2018, segundo a corretora Jinrui Futures.

Fontes disseram que mesmo que a China e os EUA cheguem a um acordo comercial, é improvável que as margens para o aço se recuperem e voltem a atingir as máximas recentes no curto prazo.

“A lucratividade na indústria siderúrgica pode se recuperar levemente do baixo nível visto hoje, mas certamente não está retornando aos níveis elevados de 2018”, disse Hedborg.

PANORAMA INCERTO

Embora Pequim tenha adotado medidas para apoiar a economia em 2019, não está claro quanto estímulo adicional pode surgir em 2020 para impulsionar a demanda por aço, afirmou Wu Shiping, analista da Tianfeng Futures.

A utilização de aço no país deve recuar 0,6% neste ano, e a demanda por minério de ferro cair 3,1%, pressionadas por desacelerações no setor imobiliário e nas vendas de veículos, segundo o Instituto de Planejamento e Pesquisa da Indústria Metalúrgica da China, uma consultoria estatal.

“No geral, a demanda por minério de ferro no primeiro trimestre deve ficar relativamente estável”, disse um executivo de uma grande siderúrgica chinesa.

“Mas à medida que os lucros vão diminuindo e a demanda ‘downstream’ permanece incerta para a primavera (do Hemisfério Norte), as usinas estão relativamente cautelosas quanto ao reabastecimento”, acrescentou ele, que pediu por anonimato por não estar autorizado a falar com a imprensa.

Porto do Rio de Janeiro faz mutirão de limpeza

Portos e Navios

A Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), por meio da Superintendência de Gestão Portuária dos Portos do Rio de Janeiro e Niterói (Suprio), reuniu empregados e representantes das empresas operadoras e arrendatárias dos terminais na segunda-feira (6) para tratar do mutirão de limpeza que será realizado na semana de 13 a 17 de janeiro. A ação tem por objetivo recolher resíduos sólidos de naturezas diversas, tais como entulho, terra e madeirame, que foram se acumulando com o tempo, ao longo de mais de seis quilômetros de cais do Porto do Rio de Janeiro. Todo o material coletado será removido para um só local, de onde será retirado posteriormente por uma empresa especializada que dará uma destinação adequada.

Segundo o superintendente de Gestão Portuária do Rio de Janeiro e Niterói, Leandro Lima, essa medida é paliativa e de resultados imediatos, mas uma solução definitiva já está sendo providenciada. “Estamos em fase final de contratação de uma vassoura mecânica para limpeza rotineira e de uma empresa para retirada dos resíduos sólidos”, afirmou Leandro Lima. “Além disso”, acrescentou, “estamos trabalhando para que o Cais da Gamboa receba obras de pavimentação, de drenagem, e uma nova iluminação, o que contribuirá também para a manutenção da limpeza e para a melhoria do aspecto do local. ”

O mutirão está sendo coordenado pela Gerência de Acesso Terrestre do Porto do Rio de Janeiro (GERATE), com mobilização também das demais gerências subordinadas à SUPRIO e da Superintendência de Engenharia (SUPENG) da CDRJ. As empresas operadoras e arrendatárias dos terminais do porto que estão participando do mutirão são MultiTerminais, ICTSI, Triunfo Logística, Pennant e Terminal de Trigo do Rio de Janeiro (TTRJ). Para melhor andamento dos trabalhos, cada empresa será responsável pela limpeza, recolhimento e remoção dos resíduos encontrados em determinados trechos do porto, previamente definidos.

Wilson Sons Agência fecha novo contrato com a Vale

Portos e Navios

A Wilson Sons Agência, empresa de agenciamento marítimo do Grupo Wilson Sons, foi contratada pela mineradora Vale para atendimento de navios nos portos de Ponta da Madeira (MA), Itaguaí (RJ) e Tubarão (ES). “A expectativa para 2020 é bem positiva. Não é a primeira vez que atendemos a Vale e esse novo contrato vem reforçar a nossa parceria”, destaca Luiz Maluza, gerente de Negócios da Wilson Sons Agência.

A previsão é que sejam atendidos de 20 a 25 navios por mês. Cada embarcação transporta, em média, 150 mil toneladas de minério e tem como principal destino a China. Maluza ressalta que a estrutura da Wilson Sons Agência, com atuação em todos os portos onde a Vale opera, foi um dos fatores importantes para a contrato, que tem duração de três anos. “Destaco também o preço competitivo, a qualidade dos serviços e a solidez do Grupo Wilson Sons”, informa o gerente de Negócios da empresa.

A Wilson Sons Agência foi o primeiro negócio do Grupo Wilson Sons, com mais de 180 anos de atuação. Hoje é uma das maiores empresas independentes de agenciamento marítimo do país, presente nos principais portos brasileiros por meio de 18 filiais próprias. De a janeiro a dezembro deste ano, atendeu a mais de 1,5 mil embarcações, nos mais diversos segmentos como minério, carvão, aço, açúcar, grãos, fertilizantes, líquidos, segmento offshore e navios de passageiros.