CSN diz que até o fim de 2019 estará processando 100% dos rejeitos a seco

Repórter Diário

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) informa que o encerramento das operações da barragem Casa de Pedra, em Congonhas, no Estado de Minas Gerais, faz parte de medidas já adotadas pela sua controlada, a CSN Mineração, em andamento desde 2016, e que visam o processamento a seco do rejeito gerado no processo produtivo de sua mina de Casa de Pedra.

“Atualmente, o tratamento de rejeitos a seco já cobre 40% do volume de seus rejeitos e, até o fim de 2019, a CSN Mineração estará processando 100% dos rejeitos a seco, descartando a utilização de barragens para disposição de rejeitos”, afirma a empresa.

Em resposta à questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa diz que a independência de barragens é umas das prioridades da CSN Mineração, que já fez nos últimos dois anos investimento da ordem de R$ 250 milhões em tecnologia de empilhamento a seco.

Conforme a empresa, o descomissionamento e a posterior revegetação da Barragem Casa de Pedra são consequências naturais do processamento de rejeito a seco. “Contudo trata-se de um projeto e processo de longo prazo, não sendo, portanto, o caso de divulgação de fato relevante, neste momento”, afirma.

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