Rnest interessa a muitas empresas

Jornal do Commercio

JC Negócios

Anelise Lara, que assumiu a diretoria em março, conheceu a planta de Suape e admitiu a percepção da Petrobras de que haverá grande interesse na planta mais nova da companhia na área de refino. Primeiro, pelo mercado que atende (5% do total no País) e perspectivas de duplicação. Segundo, pela característica de operar petróleo pesado. Ela poderá vir a ser ainda mais produtiva que é hoje, se o futuro comprador passar a usar petróleo mais pesado (e mais barato) que o utilizado pela Petrobras (tipo mais fino) e mais caro, aumentando a rentabilidade. A Rnest produz diesel, nafta, coque, óleo combustível, gás natural e bunker. E, em breve, ácido sulfúrico.